quarta-feira, 4 de novembro de 2015

 
 
Contexto social, político e econômico do século XIV, XV
 
 
 

Miguel Angelo: A criação de Adão
 
 
    No plano social rebeliões camponesas surgem em função da super exploração do trabalho praticado pelos senhores Feudais, principalmente após a ocorrência da Peste Negra, que chegou a matar quase um terço da população europeia, desorganizando a produção provocando fome. Isso acaba por gerar grandes revoltas nas quais os camponeses queimaram castelos e assassinaram senhores. A repressão a esse movimento foi enorme, uma vez que a nobreza e o clero passam a temer por sua sobrevivência.
   No plano político os senhores feudais encontram como um meio de resolver todos esses problemas que penduravam, a unificação do poder em grandes regiões formando-se desse modo, os estados nacionais como Portugal, França, Espanha. O interesse da burguesia em organizar um sistema político, mais coerente com suas necessidades de expansão do comercio acaba por auxiliar a formação junto a população europeia ocidental a figura do rei.
   No plano econômico a expansão do comercio e do mercado era um fato que marcava o período da transição do feudalismo para o capitalismo. A burguesia enriquecia cada vez maior, administrando grandes negócios, que passam a ser incompatíveis como o sistema feudal. O enriquecimento crescente do burguês, leva a um aumento do poder de atuação, dentro do terceiro estado, derrubando inclusive as antigas corporação de oficio. Outro fator gerador de crise foi o esgotamento das fontes de minérios, necessários para a cunhagem de moedas, levando a constante desvalorização da moeda.

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