domingo, 29 de novembro de 2015

 
ARTE, POLÍTICA E MODERNIDADE
 
 
 
 
 
A liberdade guiando o povo pelas ruas de Eugene Delacroise de 1831, se tornou a imagem emblemática da Revolução Francesa.
 
 
 
 
   Se nós partimos do principio de que a arte é a expressão cultural de um povo, que as diversas artes existentes exprimem a vontade á cultura, a liberdade de um povo, tanto quanto expressam o belo, então é perfeitamente concebível o uso da estética para traduzir um conjunto de valores políticos e, nesse caso, nada mais natural do que a possibilidade de relacionar Arte e Política.
   São incontáveis os exemplos de manifestações políticas através do teatro, da música, da literatura, do cinema, poesia e das artes visuais.
   É importante ressaltar que esta concepção de uma "arte engajada", sobre o papel social da arte parece ser algo recente. Ela nasceu de uma historia política e social, sob o fundo das revoluções e regimes ditatórias. Essa tensão do artista entre o engajamento e a estética, da obra ligada ás questões de sua época e a busca da beleza atemporal, não floresceu antes do século XIX.
   Contudo ao refletirmos sobre a arte em seu contexto social nos leva a performance da figura central do pós- dramático, como um comunicador em primeira instancia. Na qual o empenho e desempenho dos artistas na busca por uma comunicação efetiva e por uma ação política perante as questões sociais.
 
 
REFERÊNCIAS
 
 
 
 
 

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